terça-feira, 18 de novembro de 2014

What a night!

Algumas semanas se passaram após a loucura na escola. Sofia, apesar de casada, fez questão de manter o contacto. As provocações continuaram e a vontade de voltarmos a estar juntos ia crescendo. Apesar de diversas insistências e convites, o novo encontro estava difícil de acontecer pois não conseguíamos encontrar um dia disponível para ambos.
Até que um Sábado à noite, enquanto bebia um copo com amigos, recebo uma mensagem de Sofia: "Olá Afonso! Estás disponível? Estou sozinha até de manhã. Beijo cheio de desejo!". A sua mensagem fez os meus olhos brilhar. Combinámos num hotel perto de sua casa. Rapidamente me coloquei a caminho, tentando imaginar a noite que me esperava pela frente. Enquanto eu conduzia, recebi nova mensagem: "Estou à tua espera. Quarto 207. É só subires, que estou ansiosamente à tua espera!". O meu pé instintivamente pressionou ainda mais o acelerador. Só pensava numa coisa: como a iria encontrar?
Chegado ao quarto, enquanto o meu coração batia desenfreadamente, bati à porta. Esta abriu-se e pude contemplar Sofia à minha frente. Camisa branca com alguns botões abertos onde se salientava o seu peito, uma saia acima do joelho, meias e uns sapatos de salto alto. Linda que ela estava. Convidou-me a entrar, fechando a porta atrás de mim. Assim que o trinco soou, encostei-a à porta tendo-a beijado intensamente. Após o beijo correspondido, a minha vontade era já de a começar a despir, no entanto colocou um travão deslocou-se em direcção a uma mesa que se encontrava no canto do quarto, onde estava uma garrafa de vinho tinto e dois copos. Após ter servido, sentou-se num sofá também presente no quarto e enquanto bebíamos íamos trocando algumas palavras, sentido a excitação a aumentar à medida que a conversa fluía. Levantou-se, foi de encontro à sua mala, onde retirou um lenço e o colocou à volta dos meus olhos. A noite começava a prometer!
Pega na minha mão e encaminha-me à cama, onde sinto a sua mão a inclinar-me para trás até estar completamente deitado na cama. Coloca-se em cima de mim enquanto os seus lábios encontram-se com os meus. Beijámo-nos novamente intensamente, enquanto as minhas mãos exploravam o seu corpo. Tentei abrir-lhe a camisa, mas retirou as minhas mãos. Colocando as minhas mãos atrás da minha cabeça, sinto-a a levantar-se. Passado um pouco, sinto-a novamente a vir em minha direcção, subindo a minha camisola, começando a beijar o meu tronco. Todo este jogo de sedução já me estava a deixar louco de desejo. Enquanto me beijava, as suas mãos passavam pelo meu corpo, em especial sob o meu pénis. Acaba por me despir por completo e as minhas mãos continuavam atrás da minha cabeça, desejoso de tirar a venda e de lhe tocar. Sinto o seu corpo a descer enquanto a sua mão agarra no meu pénis já completamente excitado e o começa a massajar. Sinto os seus cabelos a tocar ao de leve no meu tronco, descendo até que a sua boca engole o meu pénis, onde me proporciona um desejo imenso com a ajuda da sua mão. Sobe novamente sentando-se no meu peito. A sua mão continuava agarrada ao meu pénis onde não parava de excitar, quando sinto os seus dedos nos meus lábios. Estavam completamente húmidos, tendo percebido de imediato de onde tinham vindo.
Retira-me a venda onde finalmente consegui contemplar toda a situação. Estava com uma lingerie preta, bastante sexy, não esquecendo o cinto de ligas. Decido tomar o controlo da situação, pego-a ao colo, deitando-a na cama onde sentia agora o meu peso em cima dela, estando o meu pénis pressionando a sua vagina ainda por cima da sua tanga. Entre troca de beijos e carícias, despi-a ficando apenas de meias, deitada à minha frente, completamente sedente de prazer. Enquanto a beijava na boca, os meus dedos concentravam-se na sua vagina, soltando assim os seus primeiros gemidos. Descendo com a minha boca, sempre a beijar passando pelo seu pescoço, pelo seu peito, pelo umbigo, até chegar à sua vagina, onde lhe proporcionei o primeiro orgasmo. Enquanto tremia de excitação, puxou-me ao encontro da sua boca onde me beijou e me diz: "Come-me!" Assim o fiz a seu desejo, penetrando-a e iniciando uma cadência de movimentos bastante intensa sempre com as suas palavras em mente. As suas unhas cravadas nas minhas costas mostravam bem o desejo do momento. Querendo mais e mais, coloquei-a de quatro à minha frente e dando continuação ao desejo penetrei-a novamente. As minhas mãos agarradas às suas ancas ajudavam nos movimentos, no entanto era altura de fazer algo que ela me tinha dito que a levava à loucura. Continuei a penetração, puxando agora o seu cabelo com uma mão enquanto a outra apertava o seu peito. Os gemidos de ambos aumentavam e a mão que estava no seu peito desceu à sua vagina masturbando-a enquanto a penetrava. Gemia bastante, quase descontrolada, até que sai da posição em que estava e convida-me a sentar no sofá. Após me sentar, senta-se no meu colo, penetrando-a novamente e enquanto cavalgava em cima de mim, a minha boca e as minhas mãos deliciavam-se no seu volumoso peito. Sofia inclusive apertava a minha cabeça contra o seu peito. Pegando Sofia ao colo sem deixar de penetrar, volto a deitá-la na cama e em movimentos rápidos e intensos, enquanto as nossas bocas se beijavam e deliciavam, os gemidos de ambos denunciavam o que aí vinha. Ambos chegámos ao orgasmo juntos, de corpos bem unidos e extasiados como se uma química especial nos unisse há imenso tempo. 
Após uma pausa, convidei-a a tomarmos um banho juntos. Com a água a correr sobre os nossos corpos, as nossas línguas entrelaçavam-se, as nossas mãos excitavam um ao outro. Encostando-a à parede, a minha boca desce em conjunto com as minhas mãos ao encontro da sua vagina, onde voltei a excitá-la. Ao subir novamente preparava-me para a voltar a penetrar, quando é a vez de Sofia me surpreender, descendo agora o seu corpo e colocando o meu pénis no meio do seu peito, aperta-o e assim me masturba um pouco, antes de voltar a colocá-lo na sua boca. Mas sentia que ambos queríamos mais e puxando-a para cima, penetro-a contra a parede onde Sofia atinge novo orgasmo. Querendo retribuir o desejo, volta a masturbar-me agora com a mão, até chegar ao meu clímax no seu peito.

Acabámos o banho entre trocas de beijos e carícias, numa noite em que estava apenas no início. No entanto ambos não podíamos esquecer que no final da mesma, Sofia estaria de volta para a sua cama, onde iria aguardar o seu marido como se nada tivesse acontecido.

sábado, 8 de novembro de 2014

What a surprise…

Noite muito mal dormida com os pensamentos a mil. Apesar de Sara me ter dito para não me preocupar, que a sua irmã era a melhor amiga e confidente e que ninguém iria saber, a imagem de Ana a entrar em casa e a apanhar-nos em flagrante delito não me saía da cabeça bem como todas as consequências que daí poderiam vir. Ana, cerca de 10 anos mais velha que a irmã, na casa dos seus trinta e poucos, era muito parecida com Sara e, curiosamente, sempre me tinha chamado mais a atenção do que a irmã, tanto pela sua beleza física como pelo meu desejo por mulheres mais velhas. Liguei a Sara pela manhã. Tínhamos que nos encontrar para falar sobre tudo o que tinha acontecido na tarde anterior.
Combinámos no café do costume a seguir ao almoço, mas passaria por casa dela para a ir buscar. Ao chegar pediu-me para subir pois ainda estava um pouco atrasada. Convidou-me a entrar, tendo-me recebido ainda com um top justinho que delineavam o seu peito e uns calções curtinhos, afinal ainda não se tinha vestido para sairmos. A conversa começou automaticamente no assunto pendente, tendo-lhe mostrado todas as minhas dúvidas e hesitações. Voltou a frisar para não me preocupar e que o que tinha acontecido, ficaria para sempre entre nós. Perguntei-lhe se sentia remorsos ou peso na consciência, sendo a sua resposta bastante esclarecedora. Estávamos na cozinha e eu estava encostado à bancada, quando ela se encosta a mim e com um olhar bastante provocador começa a colocar a mão dentro das minhas calças e me pergunta: “Pareço-te preocupada?”. Obviamente não estava e também não ofereci resistência. Abre-me as calças e colocando-se de joelhos à minha frente começa a estimular-me com a sua mão. Diz-me que não estava nada arrependida e que voltaria a fazer tudo de novo. E sem arrependimentos, a sua boca envolve o meu pénis começando a levar-me à loucura. Entretanto pára e diz-me que ainda tinha coisas para terminar. Levanta-se e começa a afastar-se. Nesse instante pego nela e encosto-a à bancada. Passando as mãos pelo seu peito e beijando a sua nuca, digo-lhe o quanto ela me levava à loucura. Soltando os primeiros gemidos, desço-lhe os calções e coloco a minha mão por dentro da sua tanga. Sinto-a desejosa e pergunto-lhe ao ouvido sussurrando se queria que parasse. A sua resposta foi com gemidos. Acabo por lhe retirar a tanga e possuo-a contra a bancada. Os seus gemidos aumentam ao sabor do meu ritmo. Enquanto a possuo puxo-lhe o cabelo acompanhando de beijos nas suas costas e nuca. Sento-a na bancada e enquanto as nossas bocas se encontram volto a penetrá-la. O desejo aumentava a cada instante. Obviamente não iríamos ficar por aqui. Pegando nela ao colo sem nos descolarmos, levo-a até ao quarto onde me sento na cama, tendo-a por cima de mim a dar continuação aos movimentos. Retirei-lhe o top libertando o seu peito, onde as minhas mãos e a minha boca rapidamente se concentraram. Os seus mamilos já excitadíssimos denunciavam a sua vontade em não parar. Deito-a na cama, e beijo-a intensamente na boca enquanto os meus dedos exploram a sua vagina. Completamente desejosa de mais, levo a minha boca ao seu encontro onde me concentro em dar o máximo prazer. Completamente absorvido em dar-lhe o máximo prazer, o meu objectivo era dar-lhe um primeiro orgasmo. Quando os meus olhos sentem um vulto na porta. Ao verificar o que era, estava Ana à porta do quarto a olhar para nós.
Imediatamente parei, ficando a olhar ora para uma ora para outra. Ana pede desculpa por estar a interromper e preparava-se para virar costas e sair. Sara levanta-se e vai de encontro à irmã. Disse-lhe que não incomodava nada e pega-lhe na mão. Ficam uns segundos a olhar uma na outra sem nada dizerem. Eu achava que a situação tinha tanto de surreal como de estranha. As duas ali paradas sem nada dizer. O à-vontade de ambas. Até que Sara puxa a irmã pela mão, sentando-a na ponta da cama e diz-lhe: “Não incomodas nada. Estás à vontade!”. Sara olha para mim, sorri e diz-me para relaxar. Coloca a mão no meu peito e pressiona para me deitar na cama. A sua mão vai de encontro ao meu pénis e volta estimular-me. Enquanto o fazia olhava para mim e depois para Ana. E no momento em que olha para a irmã, baixa a cabeça de encontro ao meu pénis onde o volta a engolir e a concentrar a sua atenção em mim. Obviamente a minha excitação aumentava apesar de Ana permanecer ao nosso lado sem dizer uma única palavra. Enquanto Sara continuava os movimentos com a sua boca e mão, olhava para a irmã como que a provocá-la. Entretanto Sara leva a mão de encontro à mão da irmã e puxa-a levando Ana a segurar na base do pénis enquanto a boca de Sara continuava a excitar-me imenso. A minha excitação aumentou não querendo acreditar em tudo o que estava a acontecer. Sara deixa o meu pénis, ficando Ana apenas a estimular-me ficando Sara a observar enquanto via a irmã levar a sua boca de encontro ao meu pénis sentido assim uma excitação ainda maior. Com isto, fui de encontro a Ana, puxei-a de encontro à minha boca, beijando-a intensamente começando a explorar o seu corpo com as minhas mãos. Enquanto a beijava, Sara veio ao nosso encontro e eu beijo Sara. Até que o inesperado por mim aconteceu e fez-me levar à loucura. Sara olha a irmã nos olhos e os seus lábios encontram-se, num beijo suave e cheio de desejo e excitação. Eu e Sara despimos Ana. Deito-a na cama enquanto beijo o seu peito, tendo como companhia Sara. Enquanto a beijávamos os meus dedos excitavam Ana, já bastante húmida com tudo o que se passava. Um dos pontos altos chega ao ver Ana a excitar oralmente Sara enquanto esta me excitava a mim. Estava imensamente excitante. Com contínuas trocas de quem excitava quem. O mesmo acontecia enquanto possuía uma ora possuía outra, e enquanto isso acontecia elas nunca deixavam de se acariciar, de se beijar, de se excitar, de se explorarem cada vez mais.
Entre vários orgasmos de ambas, dos seus constantes gemidos, a imaginação e vontade nunca faltou. Embora agora ambas se concentrassem e fazer-me chegar ao clímax o que acabou por acontecer no peito de ambas, de joelhos à minha frente, não antes de as duas me proporcionarem uma óptima experiencia oral simultânea.

Uma tarde louca, que após uma pausa continuou, proporcionando-me assim e pela primeira vez a fantasia da maioria dos homens, não deixando no entanto de ficar com uma ideia na cabeça. Certamente que não foi a primeira vez que Sara e Ana tinham passado por esta experiência juntas.